quarta-feira, 27 de março de 2013

Godinho: Um convite à expropriação da história: sobre a interrupção do Calendário Insurrecional do Brasil

Godinho: Um convite à expropriação da história: sobre a interrupção do Calendário Insurrecional do Brasil


Em 29 de setembro de 1992 produziu-se neste país um dos mais surpreendentes desfechos para uma crise política que tudo indicava se encaminharia, como de costume, ou para mais uma ruptura da institucionalidade, ou, menos dramaticamente, para a manutenção no poder, até seu termo legal, de um governo em decomposição, sem credibilidade e, portanto, impotente diante de dificuldades que já se interpretavam como igualmente crônicas e insolúveis.Quando, em 29 de setembro daquele já distante ano de 1992, sem golpe, sem interferência militar, os brasileiros acompanharam via tv e rádio, ao vivo, a deposição legal do presidente Fernando Collor de Mello, em sessão extraordinária do Congresso Nacional, encerrava-se de modo inusitado o primeiro governo civil e diretamente eleito após o Regime Militar, ao mesmo tempo em que se abria uma nova era para a política brasileira, da qual ainda hoje mal podemos visualizar e caracterizar os traços principais.

Três meses depois, antes de ser julgado e impedido definitivamente pelo Senado Federal, Collor renunciou. Mesmo assim teve seus direitos políticos cassados por oito anos. O vice-presidente Itamar Franco assumiu em definitivo o cargo e completou o mandato restante.




segunda-feira, 31 de agosto de 2009

AME SEM MEDO

ESTOU NO BLOG PARA ORIENTAR AS PESSOAS COM DIFICULDADES DE RELACIONAMENTOS.
ESTUDIOSA DAS RELAÇÕES, POSSO ACONSELHAR VOCÊ.

PORTANTO, QUAL SUA DÚVIDA?
PERGUNTE QUE RESPONDO.

BJKS